A Gloriosa Aparição

Pois a graça de Deus se manifestou trazendo salvação a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, aguardando a bem-aventurada esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo, que se entregou por nós para nos remir de toda maldade e purificar para si um povo peculiar, zeloso de boas obras. 
Tito 2:11-14

Ao analisarmos essa passagem com mais profundidade, percebemos como a graça de Deus transforma nossas vidas e direciona nossa atenção para o futuro. A graça nos ensina a ser “Aguardando a bendita esperança e a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo.” Ontem, vislumbramos um pouco da bem-aventurada esperança. Hoje, queremos nos concentrar no que Paulo chama de “o glorioso aparecimento.”

A bem-aventurada esperança está ligada à reunião dos santos com o Senhor Jesus. Sua gloriosa aparição, porém, refere-se ao tempo em que Ele retornará. com Seus santos. Isso nos é apresentado em Apocalipse 19:11-16: “Então vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; ele julga e peleja com justiça. Os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas. Ele tinha um nome escrito que ninguém conhecia, senão ele mesmo. Estava vestido com um manto tingido de sangue; e o seu nome é Palavra de Deus. Os exércitos que estão no céu, vestidos de linho fino, branco e puro, seguiam-no em cavalos brancos. Da sua boca saía uma espada afiada, para com ela ferir as nações; e ele as regerá com cetro de ferro. Ele mesmo pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no seu manto e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.”

Este é o momento em que Aquele que era “No mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” (João 1:10-11) será reconhecido abertamente e receberá o lugar que lhe é de direito.

No final da vida, Paulo pôde dizer:
“"Pois eu já estou sendo oferecido como libação, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda."”(2 Timóteo 4:6-8).

Âncora de hoje:
Será que ansiamos pelo seu devido lugar neste mundo?

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