João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça e paz a vós da parte daquele que é, que era e que há de vir, e da parte dos sete Espíritos que estão diante do seu trono, e da parte de Jesus Cristo, a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra.
Apocalipse 1:4-5
João dirige-se às sete igrejas da Ásia, que se localizavam na atual Turquia ocidental. Estas eram assembleias reais que existiam na época, mas também são simbólicas das condições que podem ser encontradas nas igrejas hoje. Uma terceira maneira de encarar essas sete igrejas é vê-las como a história profética da igreja ao longo do tempo.
A graça e a paz, juntas, também ressaltam a unidade que Deus vê na igreja hoje. Essa unidade é vista nessas sete igrejas: embora sejam sete assembleias individuais distintas, elas são vistas conectadas em Cristo.
Essa graça e paz fluem “daquele que é, que era e que há de vir”. Este é Deus, a fonte de toda bênção (Tg 1:17; Ef 1:3). Ele é o Eterno, que é sempre o mesmo e jamais muda (Ml 3:6). Essas bênçãos de graça e paz também fluem “dos sete Espíritos”. Jamais devemos pensar que existem sete espíritos diferentes. Sete é o número da perfeição, portanto, essa expressão enfatiza a plenitude do Espírito Santo (cf. Is 11:2). Ele é o Espírito da graça (Hb 10:29) que produz paz na vida dos crentes (Gl 5:22).
Por fim, vemos que essa graça e paz emanam do Senhor Jesus Cristo. Parece que Ele é mencionado por último porque João está prestes a começar a exaltar o Senhor Jesus e desenvolverá esse tema ao longo de todo o livro! Ele continua falando dEle como a testemunha fiel, o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra.
Âncora de hoje:
Que nossos corações aprendam a magnificar o Senhor Jesus Cristo, como nos é ensinado aqui no início do Apocalipse de Jesus Cristo.